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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O CAIPIRA QUE FOI LEVAR A MULHER NO MÉDICO


O Caipira foi levar a mulher no médico, o médico receitou supositórios e disse ao caipira:

Esse remédio deve ser colocado no ânus, viu?

O caipira agradeceu e saiu com a mulher, lá fora ele perguntou a ela:

Você entendeu muié?

Ela disse que não.

Então ele voltou e perguntou ao médico:

Onde é para colocar o remédio doutô?

O médico lhe disse: No reto!

Ele saiu e a mulher lhe perguntou: Entendeu?

Ele abanou a cabeça e voltou ao médico: Doutô, onde é mesmo que vou colocar o remédio?

O médico, já irritado, disse: Nas nádegas!

O caipira voltou a perguntar: Onde?

O médico, já irado, respondeu: No cú, pô!

Então o caipira respondeu: Não precisa apelar, doutô!

Caipira no Dentista


A história foi assim:
Um caipira estava sentado na cadeira do dentista, com muita dor (de dente, é claro).
Dentista – O senhor quer extrair o dente?
Caipira (geme) – Não, sinhô. Eu quero é rancá, mêmo.
Dentista – Então vou lhe aplicar uma injeçãozinha, o senhor vai dormir por uns cinco minutinhos e, nesse tempo, eu lhe arranco o dente. Pois está muito inflamado e, com anestesia local, o senhor não iria agüentar. Tá bom?
O caipira ouve com olhar atento.
Dentista (continua falando) – E para arrancar o seu dente eu vou cobrar apenas 10 mil réis.
O caipira então tira do bolso da calça um maço de notas sujas e começa a desfilá-las com as pontas dos dedos molhados de saliva.
Dentista (interrompendo o gesto do caipira) – Não... não... senhor. Não precisa pagar agora, não, meu amigo. Eu não cobro adiantado.
Caipira (olhando para o dentista) – Quem foi que falô que eu vou pagar adiantado? Tô só contando. Vou lá sabê se quando eu acordar desse sono o meu dinheiro ainda vai estar aqui!

domingo, 22 de novembro de 2009

Visão Caipira das Coisas



Na beira de um rio, bem lá no interior, um caipira tava acomodado na sombra de uma árvore pescando.
De repente, aparece um sujeito desesperado.
-Oi, amigo! Você não viu passar por aqui uma mulher loira, de camisa vermelha e saia branca?
-Oia só! Num é qui eu vi. Ela passô aqui inda agorinha!
-Puxa, graças a Deus! Então ela não deve estar longe, né?
-Tá não, sô! Principarmente hoje, que a correnteza tá fraquinha, fraquinha.